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Secretaria de Saúde de Queimadas imuniza mais de 70% das crianças contra a Poliomielite e Sarampo; Campanha vai até o final deste mês

por Publicado em 22/08/2018 às 17:24 2567 Visualizações

De acordo com levantamento da Secretaria Municipal de Saúde de Queimadas, através do setor de imunização, 1.931 crianças foram imunizadas contra a poliomielite (paralisia infantil) e sarampo nesta terceira semana da campanha de imunização. Este número corresponde a 71,3% das crianças vacinadas.

A meta, segundo informações da coordenadora de Imunização da Secretaria de Saúde de Queimadas, Ayslana Luana é atingir a cobertura de 2.698 crianças vacinadas de 01 ano a menores de 05 anos, até o dia 31 de agosto, data em que se encerra a Campanha de Vacinação contra a Poliomelite e Sarampo.Ayslana Luana lembra aos pais a importância de vacinar as crianças para evitar a reintrodução do vírus e alerta aos que ainda não tomaram as vacinas, procurarem o posto de Saúde mais próximo, munidos da carteirinha de vacinação dos filhos. 

“Lembramos aos pais e familiares, que as crianças que ainda não tomaram a vacina contra a pólio e sarampo têm até a próxima semana para procurarem os postos de vacinação”, destacou.

No mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), vários casos de sarampo têm sido registrados nos últimos anos, sendo os países dos continentes europeu e africano com maior número de registros de casos. O intenso movimento migratório, ocasionado pela situação sociopolítica na Venezuela contribuiu para a propagação do vírus para outras áreas geográficas, incluindo o Brasil.

O sarampo é uma doença infecciosa aguda e extremamente contagiosa, muito comum na infância. Todo usuário que apresente, independentemente da idade e da situação vacinal, febre e exantema maculopapular, acompanhados de um ou mais dos seguintes sinais e sintomas: tosse e/ou coriza e/ou conjuntivite; ou todo indivíduo suspeito com história de viagem ao exterior nos últimos 30 dias ou de contato, no mesmo período, com alguém que viajou ao exterior, o serviço de saúde deverá notificar em até 24 horas (Portaria MS Nº 204/16) e iniciar a investigação.